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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

São Paulo recebeu proposta para trio questionado pela torcida

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São Paulo pretende vender mais um jogador nesta janela. (Foto: Reprodução)

O mercado de transferência do futebol europeu será encerrado nesta segunda-feira (1) e o São Paulo que pretendia vender três jogadores, já negociou dois (Lucas Evangelista e Douglas), mas outros três também foram sondados: Denilson, Maicon e Ademilson, segundo informações do jornalista Jorge Nicola do IG. 

Em janeiro, Maicon ficou perto de acertar com o Bologna da Itália por R$ 6,5 milhões de reais, mas acabou ficando, porém no meio desta temporada surgiu uma forte especulação do futebol árabe e na última semana o jogador já tinha acordado com um clube da Arábia Saúdita, mas o São Paulo recusou por considerar a oferta baixa.

Enquanto Denilson segue sendo especulado pelo futebol português, no caso o Benfica ofereceu R$ 11,7 milhões e o Tricolor pediu mais R$ 2 milhões, os portugueses não responderam a contraproposta. 

Por último a "joia" Ademilson que marca presença em todas as seleções de base sendo sempre artilheiro, teve uma proposta oficial do Cesena da Itália por 12 milhões de reais, a cúpula são-paulina acredita que o jogador vale mais.

Fábio Martins

domingo, 31 de agosto de 2014

Notas - Figueirense 1 x 1 São Paulo

Boa noite Tricolores. 

São Paulo apenas empata e se distância mais ainda do líder. (Foto: Getty Images)
Neste domingo (31) o São Paulo voltou para Santa Catarina, mas desta vez para encarar o Figueirense e apenas empatou.

O jogo começou com uma pequena pressão do mandante, logo o São Paulo controlou a partida e teve pelo menos três boas oportunidades para abrir o placar, uma de Kardec após bom passe de Kaká, com Kaká em bom passe de Osvaldo e com o próprio Osvaldo, mas em todas a finalização foi ruim...

Logo no inicio do segundo tempo, Rogério Ceni lançou Paulo Miranda que foi deu um belo chapéu, mas em seguida errou o passe, contra-ataque a defesa desatenta falhou, Rogério defendeu o primeiro lance e sem chances no segundo, 1 a 0 para o adversário.

A equipe são-paulina demonstrou cansaço e só melhorou após entrada de Reinaldo na esquerda, liberando Michel Bastos para o jogo, mas o gol só saiu após boa jogada de Souza que tocou para Osvaldo, o atleta foi derrubado dentro da área, pênalti convertido por Rogério Ceni aos 31'.


O gás final foi brecado após expulsão de Michel Bastos aos 42' e o São Paulo saiu apenas com o empate em 1 a 1, quem visa o título podia buscar muito mais em uma partida aberta...

Notas - 

Rogério Ceni - Efetuou boas defesas, inclusive no lance do gol e marcou o gol de empate. 7.0

Paulo Miranda - Mais uma partida ruim do "sem posição" Paulo Miranda, foi crucial negativamente no gol do adversário. 2.0

Rafael Toloi - Fez uma partida regular, quando buscou o simples foi bem, mas quando tentou lançamentos... 6.0

Edson Silva - Lento na composição da defesa, fez uma partida regular. 5.5

Michel Bastos - Também teve uma exibição regular, arriscou dois chutes de longa distância sem sucesso, chamou bastante o jogo, mas ainda sem ritmo e infelizmente foi expulso em lance bobo. 5.5

Denilson - Teve uma exibição regular, conseguiu bons desarmes, em compensação mostrou falta de qualidade na saída de bola. 6.0

Souza - Estava errando praticamente tudo, mas se movimentando bastante, até que conseguiu uma bela jogada que resultou no pênalti em Osvaldo. 6.0

Kaká - Mesmo com idade avançada foi o jogador mais voluntarioso do time, no primeiro tempo foi o mais acionado, já na segunda etapa ajudou na marcação e tentou puxar contra-ataques, mas perdeu um gol importante na primeira etapa. 6.5

Ademilson - Atuou mais de cem partidas pelo Tricolor, em 90% delas foi nulo e nesta partida não foi diferente, ainda por cima faltou malandragem em algumas jogadas. 2.5

Osvaldo - Foi o jogador mais incisivo na primeira etapa e sofreu o pênalti na segunda parte do jogo, porém precisa caprichar mais na finalização da jogada, seja no cruzamento ou na finalização. 6.5

Alan Kardec - Não conseguiu fazer o papel de pivô, na maioria dos "chutões" espanou a bola, também perdeu uma grande oportunidade no primeiro tempo e outra no segundo tempo, em compensação se movimentou bastante, mas falta qualidade com a bola fora da área. 5.5

Reinaldo - Entrou bem aos 25', buscou alguns cruzamentos e fez o fácil na defesa. 6.0

Boschilia - Famosa substituição depois do 45', sequer tocou na bola, entrou e o jogo acabou. Sem nota

Muricy Ramalho - Sempre que surge uma oportunidade o treinador escala três atacantes com Ademilson que não embala de jeito nenhum, também sempre mantém Paulo Miranda na lateral e demora muito para alterar a equipe, podia ter sido decisivo nesta partida "fácil". 5.0

Nota geral - O São Paulo se movimentou bastante no primeiro tempo, no segundo cansou como de costume, mesmo assim teve boas chances para abrir o placar coisa que não aconteceu e só saiu com um amargo 1 a 1. 5.5

Bola cheia -

Movimentação - Kaká, Osvaldo e Kardec se movimentaram bem, principalmente no primeiro tempo, onde cada um teve uma boa chance para abrir o placar, mas na finalização pecaram.

Rogério Ceni - Foi decisivo tanto com defesas quanto com o gol de empate.  

Bola murcha -

Resultado - Muitos vão dizer que é bom empatar fora de casa, mesmo com a boa sequência de vitórias do adversário mostraram ser uma equipe bem inferior e que não vive o drama de estar na zona de rebaixamento, ou seja, não aproveitamos uma boa oportunidade de vencer...

Alterações - É impressionante que o Muricy não muda nem o posicionamento dos jogadores, no máximo troca os pontas de lado, só vai alterar o exausto São Paulo depois dos 30' quando já é tarde.

Diretoria - Sério mesmo que não vão buscar um lateral direito? Não podemos segurar o ano com Paulo Miranda, também não dá para confiar em Edson Silva, Ademilson, além de outros que ficaram no banco, ainda precisamos buscar peças no mercado, pois confiar em jogadores limitados é para times que brigam contra o rebaixamento.

Poupar - Muricy poupou alguns jogadores na última quinta-feira (28) na Sul-Americana onde perdemos a partida e empatamos neste domingo pelo Brasileiro, ambos com equipes limitados de Santa Catarina, será que vale a pena este revezamento? Será que vale apostar apenas no Brasileirão que estamos longe do líder? Acredito que precisamos encarar as duas competições como possibilidade de título, poupar um ou outro faz bem para a sequência pesada, mas precisa de um planejamento mais pensado, pois não conseguimos o bom resultado em nenhum dos jogos.

Limitação - Novamente por conta de jogadores limitados que se acham mais do que são, acabamos perdendo pontos importantes, neste caso o Paulo Miranda que tentou uma jogada bonita no ataque e resultou no gol do adversário que estava morto.

Arbitragem - Tendenciosa, falhou em diversos lances contra o São Paulo, um deles em pênalti claro em cima de Kardec na primeira etapa, sem contar dois tapas dados em Ademilson que passaram impune, na verdade quem recebeu cartão foi o jogador são-paulino... 

Abraços
Fábio Martins

sábado, 30 de agosto de 2014

Expressinho Tricolor, já!

(imagem/reprodução: revista Placar)

Jogadores desinteressados, clube mostrando descompromisso por competições menores. Contra Bragantino e Criciúma, ficou nítido o “pé mole” dentro de campo.

Alguns podem alegar cansaço, viagens, desentrosamento, etc, para justificar derrotas, mas não passariam de meras desculpas diante dos vexames recentes.

A partir do momento que o técnico escala uma formação mista em campo, fica claro o plano de prioridades. O jogador não é inocente, entende o que está em jogo e vai aliviar.

O São Paulo teve muito sucesso na formação de um time reserva com valores jovens na década de 90 — o Expressinho Tricolor. Portanto, novamente, deveria se pensar nessa saída.

Se uma competição é “desinteressante”, financeiramente ou por outros motivos, o clube possui um elenco de atletas dispostos a jogar e mostrar serviço.

A escalação de equipes mescladas com titulares e reservas é um erro quando o time está em formação. E nos treinos, do dia a dia, os substitutos sempre atuam juntos contra a equipe titular.

Temos exemplos de como a escalação de uma equipe inteiramente reserva proporciona bons resultados. O São Paulo já venceu clássico e jogos importantes dessa forma. No Paulistão desse ano e da edição anterior, os suplentes se apresentaram bem e venceram partidas difíceis fora de casa.

O clube detentor de uma das maiores folhas salariais do país precisa utilizar mais e melhor os recursos disponíveis. Jogadores poucas vezes utilizados se empenhariam diante da oportunidade.

O Expressinho deve ser um criadouro de profissionais para o time principal. Como Boschilia, Auro e Ewandro desenvolverão seus potenciais sem jogar profissionalmente? Já notaram como várias revelações sobem e somem?

Se o time tem atletas suscetíveis às lesões, o torcedor quer e precisa ver ao menos uma equipe aguerrida e motivada em campo. O São Paulo, com sua grandeza, tem que disputar todas as competições para honrar sua camisa e história. E você, o que pensa?


Memória. O Expressinho Tricolor da década de 90, com atletas juniores e juvenis, já foi campeão internacional e impôs uma das mais humilhantes derrotas ao time principal de um rival da capital:



Twitter: @peixotowender

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

A Taça das Taças



Saudações Tricolores! Todo são-paulino sabe, os que não conhecem, devem procurar e conhecer o passado do Mais Querido. Tenho sempre a preocupação de escrever, quando possível, um pouco sobre nossas conquistas. No Brasil algumas competições são tratadas, como meros torneios amistosos, outros como caça-niqueis, mas os feitos de uma grande time nunca podem cair no esquecimento. Nosso hino cantado a plenos pulmões nos estádios, traz em um dos versos: "As tuas glórias vem do passado!", em algumas ocasiões isso é interpretado pejorativamente pelos rivais. A verdade é que o trecho trata de alertar a todos. O São Paulo nasceu para ser grande! E esse destino de ser campeão nos antecede, e muito.

A década de 90 foi fantástica para os tricolores, conquistas e mais conquistas! Um time de muita qualidade técnica, capitaneados pelo nosso mestre Telê Santana, o São Paulo conquistou praticamente tudo que disputou no período. As vezes com equipes reservas, outras com equipes de base, mesmo assim sucessos eram contabilizados de forma frequente. Em 1992 a primeira Libertadores chegou. No dia 17 de Junho, o capitão Raí levantava a taça dentro do Sacrossanto, a América era nossa! Esse triunfo chamou a atenção do mundo para o time do Morumbi. Logo após a conquista o Mais Querido foi convidado para disputar o torneio Tereza Herrera, foi campeão vencendo o Barcelona na final por 4 a 1, mas isso já é uma outra história...

TROFÉU RAMÓN DE CARRANZA

Ramón de Carranza foi presidente do clube espanhol Cádiz FC, a equipe sediada na cidade de Cádis na Espanha (sem o z no fim, porque segundo o dicionário, está errado), onde o torneio é realizado. o presidente acabou sendo homenageado, além da competição o estádio do time também carrega seu nome. Carranza é considerado idealizador do torneio, conhecido como "Taça das Taças". Realizado desde 1955, a competição reúne geralmente três equipes convidadas, mais uma equipe espanhola, embora nos 60 anos em que é disputada, a formula tenha variado em algumas edições. Com a visibilidade do Tricolor na Europa, os organizadores não pensaram duas vezes, convidaram e a diretoria prontamente aceitou.
Pelo torneio o clube receberia US$ 150 mil, e mais visibilidade internacional, uma vez que o torneio foi transmitido pela TV, até para o Brasil. Naquele ano as equipes convidadas foram: São Paulo, PSV Eindhoven da Holanda e Real Madrid e Cádiz da Espanha. O torneio foi disputado em duas semifinais, levando os vencedores para a disputa da taça, o primeiro confronto foi entre o Real Madrid do zagueiro Ricardo Rocha, contra o PSV de Romário. Os merengues levaram a melhor, embora o "baixinho" tenha marcado duas vezes, a vitória foi do Real por 3 a 2.
Na outra semi final, o Tricolor encarou o time da casa, o jogo contra o Cádiz era de certo modo complicado, os atletas do elenco Tricolor vinham de uma maratona de partidas decisivas, entre a conquista da Libertadores, do Tereza Herrera e esse jogo, eram transcorridos apenas 41 dias. Mas nem o cansaço impediu a vitória. Com gols de Palinha aos 33min. do primeiro e Raí aos 25min. do segundo tempo, o São Paulo venceu por 2 a 0, e foi para sua terceira disputa de título seguida.


Folder anunciando a competição

A FINAL    

No dia 29 de Agosto, o Tricolor encarava mais um gigante europeu, logo de inicio uma baixa. Cafú sentiu uma contusão e não atuou, só que os comandados de Telê não tomaram ciência do Campeão Espanhol 91/92.
O São Paulo jogou como se estivesse dentro do Morumbi, logo aos 7min. Elivélton inaugurou o placar. Em lançamento de Raí, o camisa onze apareceu sozinho dentro da área, apenas para escorar a bola para o gol. Aos 27min o chileno Zamorano foi expulso, o que complicou ainda mais o Real.
Na segunda etapa o jogo continuou sendo todo do Mais Querido, os merengues não tiveram muito tempo para armar uma estratégia, aos 3min. Raí recebeu lançamento, dominou no peito, saiu da marcação e tirou a bola do goleiro espanhol Juanmi, a bola entrou no canto esquerdo do gol, tento de muita categoria. O Real não teve tempo de assimilar o gol, saiu com a bola e a perdeu, Elivélton chutou rasteiro, Juanmi não segurou e Müller fez o terceiro.
A pá de terra veio novamente com Müller aos 13min. em rápida jogada o camisa sete invadiu a área e tocou na saída do goleiro, 4 a 0 sob o olhar sereno de Telê. Com o placar elástico o treinador mexeu no time, colocou os reservas para atuar. Marcos entrou no lugar de Zetti, Válber no lugar de Ronaldão, Suélio substituiu Pintado e Mauricio entrou no lugar de Raí. Ao Real Madrid, nada havia a ser feito. ao trilar o apito do árbitro Diaz Vega, o São Paulo conquistava mais uma taça. 

Matéria do Mundo Deportivo-ESP Carnaval em Agosto.


Equipes da final:


São Paulo: Zetti (Marcos 45´); Victor, Adilson, Ronaldo (Valber 64´), Ivan, Dinho, Pintado (Suelio 78´), Rai (Mauricio 64´), Palinha, Muller, Elivelton.
Técnico: Telê Santana 

Real Madrid: Juanmi; Chendo, Lasa, F. Hierro (Nando 45´), Villarroya; Milla, Toril, Aragón, Zamorano, Prosinecki (Luis Enrique 45´), Paco Llorente (Alfonso 45´)
Técnico: Leo Beenhakker

Pro São Paulo FC Fiant Eximia
Twitter @AdrianoC80

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